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Gália e Estados Unidos (Relato de Regressão, parte III)

GÁLIA, 58 a.C - 52 a.C.


Sou um homem, grande e peludo. Estou na Gália, lutando contra a 7° Legião Romana (posso ver o símbolo da Águia). Morri com uma machadada na cabeça. Morri com muita raiva dos romanos. Curioso, porque os romanos não usavam machado.

Continuei naquele campo de batalha, querendo vingança, e matei muita gente (por isso que depois fui me enfiar em igreja).


Estou no fundo do mar, cai de algum lugar alto. Estou com a perna quebrada, estou afundando e não consigo nadar. Tenho cabelo loiro e comprido, não sei se sou homem ou mulher. Vejo a luz da superfície se afastar muito rápido.


Penso na palavra VAMOS.




DAKOTA, AMÉRICA DO NORTE, SÉCULO XVII OU XVIII


Tenho barba grande, coberta de neve, Estou coberto com uma pele de urso preto, estou numa floresta toda branca, coberta de neve, tentando fazer fogo com 2 gravetos minúsculos, mas minhas mãos estão congeladas, assim como o meu corpo. Tenho a sensação de que isso aconteceu nos Estados Unidos, meu grupo foi atacado por uma tribo de índios, e só sobrou eu. Tenho medo, mas estou furioso. Se eu tiver que morrer, quero levar o maior número de inimigos comigo. Mas sei que já estou morrendo , meu corpo estava congelado, eu não tinha comida.

Acho que morri.

Fiquei nessa floresta por muito tempo.

Vejo índios em volta da clareira, me olhando. Acho que eles querem me fazer mal, eu tento atacá-los, mas eles desaparecem, Eles só me olham, de braços cruzados, sem fazer nada.

É a tribo dos LAKOTAS.

Passou muito tempo, eu já não sentia mais a necessidade de vingança, só me sentia muito sozinho e com muito frio, só queria sair dali.

Alguém veio me buscar, e estou no chalé. Cai neve lá fora, estou tomando alguma coisa quente, e o Hanuman conversa comigo. Ele me dá um puxão de orelha.

Me sinto triste, perguntei se poderia ver meu mestre (mas eu nem sei de que mestre estou falando). Hanuman sorri e diz que ainda não estava na hora de eu encontrá-lo, que eu precisava focar em mim, que não adiantava trocar vivências dentro da igreja (na verdade eu tinha escolhido vidas na igreja para evitar que eu continuasse a matar pessoas), mas não adiantava ficar enfiada lá dentro e não não fazer nada, eu precisava me testar no mundo. E a primeira encarnação minha fora da igreja foi esse homem que atacou os Lakotas e morreu sozinho no frio. Eu não estava aprendendo as lições que eu tinha que aprender, estava insistindo no erro, eu só não matava as pessoas quando era padre enfiado na igreja. Assim que eu saia da igreja eu voltava a matar. Hanuman disse que eu tinha um espírito muito agressivo, muito combativo, e eu precisava quebrar isso, pois não era assim que as coisas funcionavam. A única encarnação onde não me senti desprezível foi na encarnação do Mestre Do Barco, mas também não acho que eu tenha ajudado as pessoas, acho que era sempre EU, EU, EU, EU.



E assim eu segui, intercalando vidas monásticas com vidas bélicas. Nesta vida fui um caçador dos Lakotas, mas depois vi que tive uma vida entre eles (e virei as costas, por orgulho).

Cansativo isso kkkkkkk.

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